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Leishmaniose – os perigos de uma doença pouco conhecida

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A maioria dos brasileiros nunca ouviu falar em leishmaniose e, dentre os que têm cães e gatos em casa, grande parte não sabe como a doença é realmente transmitida. Quando levamos em conta o quanto a doença pode ser perigosa, tanto para cães e gatos quanto para as pessoas, esses números se tornam ainda mais alarmantes.Veja neste artigo tudo o que você precisa saber sobre a leishmaniose, sua transmissão e seu tratamento, e faça sua parte para garantir que seu melhor amigo continue sempre feliz e saudável.
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Leishmaniose

Causas e sintomas da leishmaniose

Provocada pelo protozoário Leishmania infantum, a leishmaniose é transmitida por meio da picada do mosquito Lutzomyia longipalpis (Popularmente conhecido como mosquito-palha, Cangalinha ou Birigui).

Apesar do nome, o mosquito-palha é um flebotomíneo, inseto diferente dos mosquitos convencionais, e pode ser identificado pelo seu tamanho pequeno e por suas asas eretas.

Um dos tipos da infecção é a chamada leishmaniose cutânea, com feridas no local da picada recobertas por crostas ou secreção purulenta. Essas feridas podem formar nódulos e causar cicatrizes permanentes no corpo, além de ínguas. A doença pode também afetar a mucosa da boca ou do nariz, resultando em lesões inflamatórias e, em casos mais graves, até mesmo úlceras.

Sem tratamento adequado, os parasitas começam a atacar as células de defesa do hospedeiro, diminuindo a imunidade. Isso desencadeia os sintomas do outro tipo existente da infecção, a leishmaniose visceral. São eles, anemia, perda de peso, queda de pelo, febre, fraqueza, problemas renais, crescimento exagerado das unhas, dificuldade de locomoção, lesões oculares e diarreia.

Na sequência, pode ocorrer o crescimento do baço e do fígado e dos gânglios linfáticos, que resulta em inchaço no abdome.

Os glóbulos brancos e plaquetas ficam comprometidos e podem ocorrer hemorragias e infecções bacterianas.

Se não tratada de forma adequada e imediata, a leishmaniose pode ser fatal em até 95% dos casos. Então, se seu cão ou gato apresentar algum dos sintomas acima, é importante procurar um veterinário o quanto antes. Somente por meio de exames clínicos e laboratoriais, será possível saber se ele tem ou não leishmaniose.

E lembre-se de que a doença pode afetar seres humanos também. Por ano, são mais de 500.000 novos casos de leishmaniose em humanos no mundo, por isso procure um médico imediatamente se perceber os sintomas em você ou alguém da sua família.

Prevenção e tratamento da leishmaniose

A prevenção é a melhor maneira de evitar a leishmaniose. Evite passear com seus pets após o entardecer, pois é o momento de maior atividade do mosquito-palha. Certifique-se também de manter o abrigo deles, sua casa e o quintal sempre limpos, livre de fezes, acúmulo de alimentos e folhagens, que são propícios para a proliferação do inseto.

Recomenda-se também colocar telas de malha fina nas janelas e portas das casas, evitar o acúmulo de lixo e embalá-lo corretamente, podar as árvores e manter a grama baixa.

Além disso, para proteger seu cão ou gato com mais eficácia, você pode contar com a coleira Seresto®, que oferece proteção superior a 93% na prevenção da leishmaniose canina, além de ser o único produto licenciado como preventivo da doença para uso em gatos no mundo.

A coleira Seresto® pode ser usada em cães a partir de 7 semanas e gatos a partir de 10 semanas, sendo eficaz também contra carrapatos e pulgas.

Cerca de 99,8% das pulgas são eliminadas em 24 horas e mais de 97% dos carrapatos em 48 horas de uso de Seresto®. E os princípios ativos continuam sendo liberados ao longo de 8 meses para manter seu pet sempre protegido e saudável.

Desenvolvida com o objetivo de prevenir a leishmaniose, Seresto® é eficaz até mesmo nos casos em que o animal já está infectado, diminuindo diminuindo o risco da doença ser transmitida para a família e outros animais.

Além disso, Seresto® tem a melhor relação custo-benefício do mercado, com proteção prolongada de até 8 meses contra pulgas, carrapatos e doenças como leishmaniose.

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